Em tempos de excesso de poluição, de repensarmos o consumo, de um planeta urgindo por mudanças e pedindo socorro, precisamos falar sobre energia limpa. 

As empresas, assim como as pessoas, deveriam se orientar em fazer o bem e fazer bem. O que propõem na vida os seres humanos, seja em ações particulares – de construção de relações familiares e afetivas, seja na escolha da sua profissão com propósito, na entrega de produtos e serviços que ajudem a melhorar a vida dos outros.

Parece óbvio, mas na prática não é. Fazer o bem envolve sentar com a gente mesmo, ou em uma mesa corporativa, e pensar sobre soluções de melhorias nas ações de hoje, para impactar o mundo e as pessoas à nossa volta de uma forma mais positiva, protetiva e engajada.

Engajar não deveria se tratar apenas de conquista e convencimento. Não deveria focar apenas em criar sintonia e familiaridade, ou em adquirir seguidores. Engajar deveria unir as forças em um propósito de bem comum. De todos. Em um “ganha-ganha” no qual ninguém perde ou arde com prejuízos e efeitos nocivos oriundos de qualquer movimento.

Descarte consciente

Escrevo aqui por mim, na qualidade de ser humano como você, mas escrevo hoje também, como sinto pertinente em alguns momentos, sobre as evoluções que as empresas vem buscando, e no caso, a H Mídia, com atitudes sendo moldadas e construídas, passo a passo, para geração de conteúdo que educa, que faz refletir, que coloca alternativas de exposição aos seus públicos e que vem se preocupando com os efeitos do seu negócio na natureza. 

Essa preocupação já vem desde dos tempos do projeto Canvas, iniciado por volta de sete anos atrás, quando a empresa passou a dar um fim efetivo e sadio às lonas que restavam de campanhas, nacionais e locais, e que eram descartadas.

Doações às prefeituras do interior do estado na cobertura de casas, e repasse do material à artesão para produção de sacolas, bolsas, carteiras e outros acessórios, viraram destino deste projeto. Gerando renda a pequenas comunidades, mas principalmente, consumindo de forma útil e ecológica o seu resíduo, o que para muitos se trataria de lixo.

Fazer o bem e fazer bem. Foi o tema escolhido para a NRF 2020, maior evento de varejo do mundo. 

E o que vem primeiro? 

Segue nessa ordem. A empresa que não tem como propósito fazer o bem, mesmo que faça bem o seu objeto de negócio, não envolverá pessoas. Não será amiga do lugar onde vivemos. E aí, acredite, o negócio deixa de ser legal para consumir. Perde a graça, o sentido e a admiração de quem as empresas querem por perto.

Acompanhei as discussões nos últimos anos da diretoria da H Mídia na busca por compor a sua rede de front lights com energia limpa. Um investimento caro em curto prazo, mas que em longo, garante à empresa uma operação mais otimizada, moderna e amiga do planeta. Um pequeno gesto que faz toda a diferença quando se trabalha com luz por pelo menos doze horas por dia. Vou te explicar o porquê:

O LED é um componente eletrônico semicondutor que utiliza a mesma tecnologia empregada nos chips de computadores e transforma energia elétrica em luz. Os principais materiais semicondutores utilizados são o Silício e o Germânio, que não são prejudiciais ao meio ambiente.

O consumo de energia das luminárias em LED é significativamente inferior ao das lâmpadas convencionais. O calor emitido pela geração de luz é muito menor que qualquer outra tecnologia, tais como fluorescente ou incandescente.

O LED pode ser descartado sem necessidade de uma destinação final especial, pois cerca de 97% dos materiais de sua composição não contém materiais pesados, e são recicláveis. Além disso, sua alta durabilidade em relação às outras tecnologias de iluminação promove uma redução significativa na reposição das lâmpadas, consequentemente reduzindo seu próprio descarte.

Fazendo o bem

Então é isso. Falo aqui de mais um passo. Só um passo. Mas grandes caminhadas, longas jornadas, se fazem com um pé de cada vez. Pensado, planejado e consistente.

Parabéns H Mídia pela iniciativa do bem. Por presentear os ambientes no qual estão presentes enquanto marca e produto e, assim, às suas pessoas. E vamos adiante. Fazer bem e seguir fazendo o bem. Afinal, empresas são compostas de seres humanos, e tudo o que queremos nessa condição é tempo, qualidade e harmonia para viver bem e muito. Cada um dando um passinho por vez, fazendo a sua parte.

Juliana Silveira é co-founder da Dtail Gestão de Conteúdo e criadora do blog New Families, onde escreve semanalmente com um olhar de sensibilidade única sobre o recomeço da família após o divórcio.

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