Ao longo destes próximos dias até a próxima segunda-feira, dia 15 de março, ocorre a chamada Semana do Consumidor. O período é como uma Black Friday mais extensa, no qual o varejo realiza promoções para que haja um aquecimento do comércio. Uma festa do segmento que homenageia seus clientes pela contribuição no fomento e crescimento dos negócios do mercado de produtos e serviços através de facilidades e descontos nas compras.

Ocorre que em ano de pandemia agravado pela “bandeira preta” que acomete o nosso Estado, a festa do consumidor será remota, on-line e sem a graça da presença. Sem balões e uma recepção calorosa nos pontos de consumo, de contato com a marca, e sem encontro entre as suas pessoas no seu universo, as mesmas se veem em meio ao desafio de criar ambiente virtual seguro, atrativo e competente no contato e no estabelecimento de conexões.

Fazer a sua proposta de valor chegar aos consumidores na Semana do Consumidor é uma tarefa árdua. E talvez por isso as mídias digitais e off-line sejam tão vitais no engajamento dos potenciais clientes, hoje em casa.

Mas fazer a sua comunicação e ofertas chegarem aos clientes é apenas parte do caminho. Após a conexão, é preciso oferecer também credibilidade na sua infraestrutura de loja virtual que propicie ao consumidor o exercício da sua compra amparado pelos seus direitos neste ato.

Para quem não sabe, a data originalmente é chamada de Dia Mundial dos Direitos do Consumidor, e mais do que promoções, visa conscientizar sobre como os compradores podem se proteger. E foi fixada para rememorar que os compradores possuem direitos básicos em um comércio.

Neste momento de intensificação do comércio eletrônico no Brasil e no mundo, os “cibercriminosos”, expressão trazida em um artigo do canal “Tudo Celular”, podem se aproveitar e aplicar golpes mais facilmente nos consumidores. Por isso, é importante tomar alguns cuidados na hora de realizar uma compra online.

Vale para quem vende e para quem consome…

O primeiro passo é buscar a procedência da loja virtual. Informações sobre ela podem ser vistas em sites como o Reclame Aqui ou ainda na capacidade de atender a queixas de clientes em sites abertos, como as redes sociais.

Outro ponto consiste na verificação certificado de segurança dentro da URL do site. Em outras palavras, significa que deverá ter a presença do protocolo HTTPS no link. Lojas suspeitas também dão mais indícios de fraudes na forma de pagamento.

Geralmente, cobram por transferência bancária ou agora em PIX, ao atraírem os internautas com preços baixos desta maneira, por se tratarem de formas mais difíceis de conseguir o dinheiro de volta em caso de descumprimento.

No mais, atenção! A proteção construída dos dois lados protege a todos e resguarda um mercado que deseja ser perene. Sorte para nós! Se consolida aí um modelo que não tem mais volta e que demanda ser feito com empatia e segurança.

Sendo assim, ganham todos. E ampliamos o nosso relacionamento do jeito possível. E como nas festas que embalaram a pandemia, mesmo que de forma virtual, estaremos juntos. Marcas e clientes. Nas ruas ou pelos “smarth phones”. Na mídia convencional ou na digital. Nos pontos de contato possíveis… E assim, damos o nosso “jeitinho” sem sacanear a ninguém 🙂

Juliana Silveira é co-founder da Dtail Gestão de Conteúdo e criadora do blog New Families, onde escreve semanalmente com um olhar de sensibilidade única sobre o recomeço da família após o divórcio

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